É um quebra-cabeça de peças sem fim, cada encaixe um começo e um recomeço – que a gente não sabe o final.
Acho demais, vivo em partes do que acho certo, outra parte vive do que dizem ser certo. Regras são para serem cumpridas, obstáculos superados e sonhos realizados.
Não estou alinhada e nem em desalinho.
A música toca e o telefone também.
É cedo demais pra mim e tarde demais pra você.
Não sei mais do que falamos.
Não sei o que você sabe e sei o que você não sabe.
Tenho um sonho! Mas acho melhor nem começar a contar...
Vai demorar.
Pode não terminar.
Acho melhor parar. Só por uns instantes ou quem sabe um pouco mais, um dia, talvez, em alguma outra vez, eu volte a falar.
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