domingo, 14 de abril de 2013

O tamanho e a sua importância


Qual o tamanho do que você quer deixar para o mundo? Ou será que quer mesmo deixar algo?

Ser importante é o objetivo de alguns, ninguém quer passar despercebido, querer fazer a diferença é normal, mas a grandiosidade disso não está em deixar um legado para a humanidade tendo o seu nome estampado em algum lugar de grande visibilidade.

 Não basta deixar sua marca para o próximo? Ajudar o filho do seu vizinho que vai mal na escola?

Mas e por acaso eu vou lá saber que o garoto tá indo mal?! Realmente não.

Comunidade hoje em dia são aquelas que criaram naquelas tais redes sociais. Agora na rede real, na casa ao lado da sua, sabe-se lá o que acontece e seja lá o que for eu com certeza não conseguiria mudar tal situação. Imagine só, eu, me metendo nos problemas de quem mora ao meu lado, não, jamais. A não ser que eu descubra o facebook dele e ai a gente possa compartilhar de um mesmo mundo; o do superficialismo, onde tudo vai bem, onde você curte a foto, manda uma mensagem bonita mas quando cruza com o cidadão do outro lado da rua você mal olha na cara dele.

Mas isso também não é culpa nossa, deve ser daquela tal sociedade, àquela que a gente nunca se enquadra.

O mundo já veio assim, todo mundo nasceu preocupado demais, com medo demais, reclamando demais – aproveito para deixar bem claro que o ato de reclamar não ajuda em nada, pois ficar no sofá reclamando é bem fácil e bonito, mas não exige de nós nenhuma ação a não ser falar e falar em vão.

A culpa é do governo, claro, sempre deles. Concordo e discordo.

O que?

Não é uma critica, veja bem, eu também adoro o “fucebook”, vivo isolada no meu “mundinho”, acho que sou alguém e vivo fazendo de conta que algo nisso tudo importa.

E importa?

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