Qual o
tamanho do que você quer deixar para o mundo? Ou será que quer mesmo deixar
algo?
Ser
importante é o objetivo de alguns, ninguém quer passar despercebido, querer
fazer a diferença é normal, mas a grandiosidade disso não está em deixar um
legado para a humanidade tendo o seu nome estampado em algum lugar de grande
visibilidade.
Não basta deixar sua marca para o próximo? Ajudar
o filho do seu vizinho que vai mal na escola?
Mas e por
acaso eu vou lá saber que o garoto tá indo mal?! Realmente não.
Comunidade
hoje em dia são aquelas que criaram naquelas tais redes sociais. Agora na rede
real, na casa ao lado da sua, sabe-se lá o que acontece e seja lá o que for eu com
certeza não conseguiria mudar tal situação. Imagine só, eu, me metendo nos problemas
de quem mora ao meu lado, não, jamais. A não ser que eu descubra o facebook
dele e ai a gente possa compartilhar de um mesmo mundo; o do superficialismo,
onde tudo vai bem, onde você curte a foto, manda uma mensagem bonita mas quando
cruza com o cidadão do outro lado da rua você mal olha na cara dele.
Mas isso
também não é culpa nossa, deve ser daquela tal sociedade, àquela que a gente
nunca se enquadra.
O mundo
já veio assim, todo mundo nasceu preocupado demais, com medo demais, reclamando
demais – aproveito para deixar bem claro que o ato de reclamar não ajuda em
nada, pois ficar no sofá reclamando é bem fácil e bonito, mas não exige de nós
nenhuma ação a não ser falar e falar em vão.
A culpa é
do governo, claro, sempre deles. Concordo e discordo.
O que?
Não é uma
critica, veja bem, eu também adoro o “fucebook”, vivo isolada no meu “mundinho”,
acho que sou alguém e vivo fazendo de conta que algo nisso tudo importa.
E
importa?
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